A Transformação Digital e o Futuro das Organizações

 

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A transformação digital já não é só o futuro. É o presente e fará parte do futuro, seguramente. Basta olharmos para a geração Z (nascidos entre 1996 e 2010). A tecnologia, para esta geração não é um upgrade ao que existia, é a única realidade que eles conhecem. E se assim é, o futuro das organizações só pode passar por aqui, certo?

O grande desafio das organizações prende-se com a adaptabilidade de estruturas, processos, cultura e pessoas. Estamos possivelmente no meio caminho, entre deixar os velhos hábitos como os procedimentos pesados e que envolviam muita mão humana para a nova realidade em que se têm de tornar leves, rápidos, partilhados e adaptados, precisamente, à geração Z. Basta olharmos para as novas marcas, com 10 anos ou pouco mais e aferir como elas se organizam, as pessoas que contratam e a cultura que alimentam.

Por exemplo,

A maior empresa de táxis do mundo não é proprietária de táxis (Uber)

O maior fornecedor de alojamento não tem imóveis (Airbnb)

Grandes companhias de telefones não têm infraestruturas de telecomunicações (Skype, Whatsapp)

O Lojista de maior valor no mundo não tem inventário (Alibaba)

O proprietário de média mais popular não cria conteúdos (Facebook, YouTube)

Os bancos que crescem mais rapidamente não têm dinheiro real (SocietyOne)

A maior casa de cinema do mundo não tem salas de cinema (Netflix)

Os maiores vendedores de software não escrevem os aplicativos (Apple, Google)

As empresas que querem manter-se à tona, têm, obrigatoriamente, de começar a introduzir o digital em todas as áreas da organização ou vão perder o comboio a curto prazo. Ainda existem empresas que têm múltiplos ficheiros em excel, word, para gerir, por exemplo, a área comercial, quando podem adquirir um CRM que condensa toda a informação disponível numa só plataforma, online e de fácil acesso. Ganha-se em rapidez, comodidade, funcionalidade, recursos, produtividade, gestão de tempo, entre outras.

Agora, é preciso que as pessoas que atualmente estão à frente das empresas mais conservadoras tenham uma visão de inovação e a cultura do “novo” para que permitam que esta transformação se processe e ocorra rapidamente e, ao mesmo tempo, incentivar os mais “teimosos” a saírem da zona de conforto e aprendam a trabalhar e a encontrar soluções com a vertente digital.

Para se ter uma ideia da mudança, o investimento feito em publicidade através do Marketing Digital em 2016 foi de 670 milhões de euros. Ultrapassou a empresa escrita em volume de faturação em largos milhões de euros. Youtubers com 15, 20 anos são atualmente “opinion leaders” de um exército de outros miúdos da mesma idade. Além de ganharem milhões com as marcas, têm influência e ditam tendências. Mais uma vez, as organizações têm de estar atentas à cultura que se está a processar e orientar a sua oferta nesse sentido.

A era digital já chegou e por isso temos de nos adaptar!

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Filipe Jerónimo

Coach e Trainer

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